CHZ Lighting - Fabricante de iluminação pública de LED e fábrica de holofotes de LED desde 2013
Uma brisa quente da noite traz o leve zumbido de uma cidade que se entrega à noite, e os postes de luz iniciam sua coreografia silenciosa, banhando as calçadas com uma luz segura e constante. Imagine essas luzes alimentadas inteiramente por energia solar, equipadas com sistemas inteligentes que aprendem padrões, comunicam-se com sistemas centrais e se adaptam às necessidades humanas, reduzindo as contas de energia e a pegada de carbono. Isso não é um sonho distante, mas uma realidade em rápida evolução que está transformando a maneira como as comunidades veem e se movem pelas ruas.
Para planejadores, moradores e empresas, as inovações em iluminação pública LED movida a energia solar prometem não apenas economia de energia, mas também infraestrutura mais inteligente e resiliente. A seguir, exploramos as tecnologias, os projetos, as estratégias e as políticas que impulsionam essa transformação, oferecendo insights práticos e perspectivas para o futuro.
Avanços tecnológicos em células solares e armazenamento de energia
Nos últimos anos, houve uma aceleração drástica no desempenho e na acessibilidade das tecnologias que formam o núcleo dos postes de iluminação pública LED movidos a energia solar: células fotovoltaicas e sistemas de armazenamento de energia. A tecnologia de células solares diversificou-se para além do silício cristalino tradicional, incluindo variantes de película fina e materiais emergentes como as perovskitas. Os painéis de silício monocristalino de alta eficiência continuam sendo a escolha dominante devido à sua comprovada longevidade e eficiência em diversas condições, mas os painéis bifaciais — capazes de captar luz de ambos os lados — são cada vez mais utilizados em instalações urbanas, onde superfícies refletoras e estruturas próximas podem aumentar a captação total de energia. As células tandem, que combinam diferentes materiais para capturar um espectro de luz mais amplo, estão saindo dos laboratórios e chegando aos projetos-piloto, prometendo maiores rendimentos por metro quadrado para módulos instalados em telhados ou postes.
Igualmente importantes são os avanços na eletrônica de potência, incluindo controladores de rastreamento do ponto de máxima potência (MPPT) e controladores de carga inteligentes que otimizam a captação de energia em diferentes níveis de irradiação. Esses componentes trabalham em conjunto com LEDs que se tornaram mais eficientes e capazes de produzir luz de alta qualidade com menor consumo de energia. Os LEDs modernos oferecem maior relação lúmen/watt e melhor reprodução de cores, o que aumenta a visibilidade e a segurança, ao mesmo tempo que reduz a demanda de energia.
O armazenamento de energia talvez tenha testemunhado as inovações mais influentes para sistemas de iluminação pública. As baterias de íon-lítio alcançaram uma redução substancial de custos, maior densidade de energia e vida útil mais longa em comparação com as soluções mais antigas de chumbo-ácido. O fosfato de ferro-lítio (LFP), em particular, oferece maior estabilidade térmica e vida útil mais longa, o que é crucial para sistemas externos que passam por ciclos frequentes de carga e descarga. Para aplicações que exigem autonomia prolongada durante períodos nublados ou longas noites de inverno, sistemas híbridos que combinam baterias com supercapacitores ou mesmo baterias de fluxo de pequena escala estão sendo testados. Os supercapacitores proporcionam excelente fornecimento de energia e alta vida útil, tornando-os úteis para suavizar picos de demanda e lidar com operações curtas frequentes, enquanto as baterias de fluxo podem oferecer armazenamento de longa duração com características de degradação distintas.
O gerenciamento térmico e os sistemas de gerenciamento de baterias (BMS) também são cruciais. Altas temperaturas ambientes podem acelerar a degradação da bateria, portanto, muitos equipamentos modernos incorporam estratégias de resfriamento passivo e ativo, isolamento e algoritmos inteligentes de BMS que limitam as taxas de carga e mantêm as células dentro das faixas de temperatura ideais. O diagnóstico preditivo, possibilitado por sensores integrados, permite a detecção precoce da perda de capacidade ou do desequilíbrio entre as células, para que as substituições possam ser programadas antes que o desempenho do sistema seja significativamente afetado.
Por fim, inovações de design integradas reduzem as ineficiências em todo o sistema. Por exemplo, invólucros verticalmente integrados que combinam módulos, bateria e eletrônica de acionamento reduzem as perdas na fiação e melhoram a confiabilidade. Algoritmos de gerenciamento de energia equilibram o aproveitamento da luz natural, o planejamento de carga e as previsões meteorológicas para adaptar os perfis operacionais dinamicamente, garantindo que as luzes mantenham o desempenho e prolongando a vida útil da bateria. No geral, os avanços em materiais de células, eletrônica de potência, química de armazenamento e integração de sistemas estão reduzindo a diferença entre a confiabilidade em ambientes isolados da rede e o desempenho em nível de rede, tornando os postes de iluminação pública LED movidos a energia solar uma solução cada vez mais prática para ambientes urbanos e rurais modernos.
Controles de iluminação inteligente e integração com a IoT
A transição de simples luzes solares liga/desliga para redes de iluminação pública inteligentes e interconectadas abriu um enorme potencial para melhorar a segurança, reduzir custos e aumentar a flexibilidade operacional. Os controles de iluminação inteligentes integram sensores de movimento, sensores de luz ambiente, dimerização adaptativa e módulos de comunicação sem fio para criar sistemas que respondem às condições do mundo real. Em vez de operar em um cronograma fixo, as luzes podem diminuir a intensidade para reduzir o consumo de energia quando não há ninguém por perto e aumentar o brilho instantaneamente ao detectar movimento ou a presença de pedestres. Essa abordagem de iluminação direcionada conserva a energia armazenada e prolonga a vida útil da bateria, ao mesmo tempo que fornece luz quando mais importa para a segurança e o conforto.
A integração com a IoT significa que cada luminária pode funcionar como um nó em uma rede maior, permitindo monitoramento e gerenciamento centralizados. O diagnóstico remoto fornece parâmetros em tempo real, como produção e consumo de energia, estado de carga da bateria, temperatura e integridade dos componentes. As equipes de manutenção recebem alertas sobre comportamentos anormais — como quedas na produção dos painéis solares, falhas nos drivers de LED ou redução da capacidade da bateria — permitindo uma manutenção proativa que reduz o tempo de inatividade e os custos a longo prazo. A análise de dados aprimora ainda mais as operações, revelando padrões de uso e ajudando a otimizar os algoritmos de iluminação com base no fluxo de pedestres, mudanças sazonais ou eventos locais.
Protocolos de redes mesh e redes de longa distância de baixa potência (LPWANs) são comumente usados nessas aplicações para garantir uma comunicação confiável e eficiente em termos de energia em grandes áreas urbanas. Muitos sistemas dependem de padrões abertos e APIs interoperáveis que permitem a integração com centros de controle municipais, sistemas de tráfego e plataformas de resposta a emergências. Essa interconectividade possibilita mobiliário urbano multifuncional, onde as luminárias podem funcionar também como pontos de acesso Wi-Fi, sensores ambientais ou plataformas para exibição de informações públicas, aprimorando os serviços cívicos sem a necessidade de infraestrutura adicional.
Segurança e privacidade são considerações essenciais na iluminação conectada à IoT. A implementação de criptografia, processos de inicialização segura e mecanismos de atualização de firmware protege as redes municipais contra ameaças cibernéticas. Além disso, os recursos de computação de borda reduzem a necessidade de transmitir dados sensíveis, processando decisões rotineiras localmente e compartilhando apenas informações agregadas com os servidores superiores. Essa abordagem minimiza a latência para funções como acionamento de luzes por movimento e preserva a largura de banda para alertas críticos.
Os algoritmos de iluminação adaptativa utilizam aprendizado de máquina para aprimorar o desempenho ao longo do tempo. Ao analisar o histórico de uso, padrões climáticos e dados de produção solar, os sistemas podem prever noites com baixa captação solar e ajustar os cronogramas de dimerização preventivamente. Modelos de manutenção preditiva estimam a vida útil restante de componentes-chave, permitindo o planejamento orçamentário e substituições em etapas. Em instalações densas, estratégias de gerenciamento cooperativo permitem que luminárias vizinhas se coordenem, equilibrando os níveis de iluminação para manter corredores de luz consistentes, minimizando o consumo total de energia.
A convergência de tecnologia de sensores, comunicações sem fio e software inteligente transforma os postes de iluminação pública de ativos passivos em componentes ativos da IoT urbana. Essas redes inteligentes ajudam os municípios a atingir metas de sustentabilidade, responder dinamicamente às necessidades dos cidadãos e reduzir despesas operacionais, mantendo a confiabilidade esperada de uma infraestrutura pública essencial.
Inovações de design para durabilidade e estética
Os postes de iluminação pública LED movidos a energia solar contemporâneos são cada vez mais projetados para harmonizar durabilidade funcional com apelo estético, atendendo tanto ao desempenho técnico quanto às expectativas de design urbano. A durabilidade começa com a seleção de materiais e o projeto mecânico. Ligas resistentes à corrosão, acabamentos com pintura eletrostática a pó e fixadores de aço inoxidável ajudam a suportar condições ambientais adversas, incluindo exposição à maresia e poluentes industriais. As luminárias geralmente atendem ou superam as classificações IP para entrada de poeira e água, garantindo desempenho ao longo da vida útil, mesmo durante chuvas fortes ou ambientes empoeirados. A resistência a choques e vibrações, obtida por meio de componentes robustos de montagem e absorção de impactos, reduz a probabilidade de danos causados por vibrações induzidas pelo tráfego ou impactos leves.
O gerenciamento térmico desempenha um papel fundamental na extensão da vida útil dos LEDs. Dissipadores de calor integrados ao corpo da luminária, geometrias inovadoras de aletas para aumentar a área de superfície e materiais termicamente condutores ajudam a dissipar o calor de forma eficiente. Caminhos térmicos bem gerenciados evitam a limitação térmica e restringem o aumento da temperatura de junção, preservando assim a eficácia luminosa ao longo de anos de operação. Alguns projetos utilizam canais de fluxo de ar passivos e invólucros de parede dupla que reduzem o estresse térmico sem adicionar peças móveis que possam falhar.
O design estético não é meramente cosmético; ele pode melhorar o desempenho da energia solar indiretamente. Módulos solares de baixo perfil integrados em postes curvos ou com contornos reduzem a resistência ao vento e melhoram a estética urbana, enquanto painéis bifaciais discretamente embutidos em luminárias captam a luz refletida das superfícies circundantes. Postes decorativos e luminárias com formatos inspirados na arquitetura local ou em motivos históricos integram a iluminação pública de forma harmoniosa às ruas, parques e áreas históricas. As prefeituras valorizam essa flexibilidade de design, que permite a modernização da infraestrutura sem prejudicar a paisagem cultural.
A modularidade é outra tendência importante. Luminárias modulares simplificam a instalação, reduzem a complexidade da cadeia de suprimentos e tornam a manutenção em campo mais direta. Em vez de substituir uma luminária inteira, as equipes de manutenção podem trocar baterias ou módulos de LED rapidamente, reduzindo o tempo de inatividade e os custos de mão de obra. A modularidade também permite atualizações escaláveis: à medida que as tecnologias de bateria melhoram ou a eletrônica de controle evolui, os componentes podem ser substituídos sem a necessidade de trocar postes ou suportes inteiros.
A resistência ao vandalismo é alcançada por meio de fixadores invioláveis, carcaças reforçadas e componentes embutidos de difícil acesso sem ferramentas especializadas. As estratégias antifurto incluem compartimentos de bateria seguros e monitoramento remoto que sinaliza tentativas de acesso não autorizado. Em áreas propensas a impactos, projetos de montagem com sistema de desprendimento minimizam os danos tanto aos veículos quanto aos postes, permitindo a remoção controlada sob cargas severas.
A engenharia óptica aprimora tanto o desempenho quanto o conforto. Lentes e refletores avançados moldam a distribuição da luz para minimizar o ofuscamento e a dispersão luminosa, proporcionando iluminação uniforme em calçadas e vias. A óptica de corte direcionada para calçadas e pistas reduz a poluição luminosa e protege as propriedades vizinhas da luz indesejada. As opções de temperatura de cor permitem que os projetistas escolham tons mais quentes para áreas de pedestres e temperaturas mais frias para vias onde um maior contraste é necessário.
Por fim, a integração de múltiplas funções — como sinalização, câmeras de segurança, sensores ambientais ou alto-falantes para anúncios públicos — na luminária possibilita um design urbano que otimiza o espaço. Ao combinar estética com engenharia robusta, as modernas luminárias de rua LED movidas a energia solar se tornam ativos cívicos duráveis, capazes de resistir a intempéries, atender às necessidades de manutenção e contribuir positivamente para a identidade visual dos espaços públicos.
Gestão de energia e estratégias de interação com a rede elétrica
Os sistemas de iluminação pública movidos a energia solar podem operar como soluções totalmente autônomas ou como parte de sistemas híbridos que interagem com a rede elétrica. A tomada de decisão em relação à interação com a rede envolve considerações sobre confiabilidade, custo, regulamentações e metas de sustentabilidade a longo prazo. Os sistemas autônomos são particularmente atraentes para regiões remotas ou em desenvolvimento, onde o acesso à rede é limitado ou instável. Nesses contextos, módulos solares e sistemas de armazenamento dimensionados adequadamente são projetados para fornecer autonomia durante períodos de baixa insolação, com redundância e reservas conservadoras para garantir iluminação constante mesmo em condições climáticas adversas.
Sistemas conectados à rede e sistemas híbridos oferecem vantagens para municípios que priorizam a resiliência integrada, mas também desejam aproveitar a infraestrutura da rede. Em configurações híbridas, a iluminação pública opera principalmente com energia solar e armazenamento em baterias, mas pode obter energia suplementar da rede durante períodos prolongados de baixa geração. Essa configuração reduz a necessidade de bancos de baterias e pode diminuir os custos iniciais de investimento. Os controles interativos com a rede também permitem que concessionárias e municípios participem de programas de resposta à demanda, nos quais cargas não críticas podem ser reduzidas ou deslocadas em troca de incentivos — contribuindo para a estabilidade geral da rede e desbloqueando fluxos de receita adicionais para os municípios.
O planejamento inteligente auxilia na gestão de energia, alinhando os perfis de iluminação com a geração solar prevista e a demanda. Controladores avançados podem ajustar os níveis de dimerização com base na previsão do tempo e no estado de carga das baterias, priorizando proativamente a iluminação essencial e mantendo os limites mínimos de segurança. Estratégias cooperativas em redes densas permitem que luminárias vizinhas compensem o desempenho local abaixo do esperado; por exemplo, se a bateria de um poste estiver fraca, as luzes adjacentes podem reduzir ligeiramente a intensidade luminosa e, juntas, manter a iluminação média do corredor.
Microrredes e projetos de energia solar com armazenamento em escala de bairro estão surgindo como outra estratégia. Esses sistemas integram múltiplos ativos públicos — iluminação pública, centros comunitários, carregadores de veículos elétricos — em um ecossistema energético compartilhado que otimiza a geração e o armazenamento em diversas cargas. Tais microrredes podem operar conectadas à rede principal para otimização econômica ou isoladas durante interrupções para manter serviços essenciais. Plataformas de software para orquestração de energia utilizam dados em tempo real, previsões e listas de cargas priorizadas para alocar energia onde ela é mais necessária.
Os acordos regulatórios e contratuais influenciam a forma como os postes de iluminação solar interagem com a rede elétrica. A medição líquida, as tarifas de incentivo e as regulamentações locais sobre a interconexão com a rede podem viabilizar a exportação do excedente de geração em algumas jurisdições. Por outro lado, em áreas sem políticas favoráveis, os sistemas são configurados para evitar a injeção de energia na rede, dependendo exclusivamente do armazenamento e do consumo locais. Os modelos de financiamento — como contratos de desempenho, energia como serviço ou parcerias público-privadas — também desempenham um papel importante na definição do projeto do sistema, incluindo a capacidade de armazenamento e a conectividade com a rede.
Em última análise, as estratégias de gestão de energia para iluminação pública LED alimentada por energia solar visam equilibrar autonomia, custo, resiliência e políticas públicas. Ao aproveitar controles inteligentes, arquiteturas híbridas e gestão cooperativa de energia entre os ativos, os municípios podem otimizar tanto o desempenho quanto a economia, ao mesmo tempo que aumentam a resiliência da comunidade.
Sustentabilidade, Análise do Ciclo de Vida e Economia Circular
Além dos benefícios imediatos da redução das emissões operacionais, avaliar a sustentabilidade dos sistemas de iluminação pública LED movidos a energia solar exige uma perspectiva completa do ciclo de vida. A Análise do Ciclo de Vida (ACV) examina os impactos ambientais desde a extração da matéria-prima, passando pela fabricação, transporte, uso operacional e descarte ou reciclagem ao final da vida útil. Os projetos modernos de iluminação pública solar abordam cada vez mais essas etapas para minimizar o impacto ambiental líquido. Por exemplo, os fabricantes optam por alumínio e plásticos reciclados nas carcaças, minimizam materiais tóxicos nos componentes eletrônicos e selecionam composições químicas de baterias com menor carbono incorporado ou melhor reciclabilidade.
A reciclagem e o reaproveitamento de baterias são componentes essenciais de uma abordagem de economia circular. À medida que as baterias de íon-lítio chegam ao fim de sua vida útil em veículos elétricos, elas podem reter capacidade suficiente para aplicações estacionárias, como iluminação pública. O uso de baterias reaproveitadas reduz a demanda por matérias-primas virgens e estende a vida útil econômica dos conjuntos de baterias. No entanto, o reaproveitamento exige testes rigorosos e, possivelmente, reembalagem para garantir segurança e desempenho confiável. Ao final de sua vida útil, os programas de reciclagem de baterias precisam recuperar metais valiosos como lítio, cobalto e níquel de forma eficiente. A indústria está caminhando em direção a projetos que simplificam a desmontagem e a separação de materiais, reduzindo os custos de reciclagem e os riscos ambientais.
O design para desmontagem também está ganhando força. Dispositivos modulares que permitem a separação direta de painéis solares, componentes eletrônicos, LEDs e componentes estruturais possibilitam reparos e reciclagem direcionados. A rotulagem clara dos materiais e a padronização dos fixadores facilitam a remanufatura e reduzem o desperdício. Os programas de Responsabilidade Estendida do Produtor (REP) em diversas regiões exigem que os fabricantes gerenciem o fim da vida útil dos produtos, incentivando projetos de produtos e cadeias de suprimentos mais sustentáveis.
A avaliação da sustentabilidade social é igualmente importante. Implantações em regiões carentes podem fornecer iluminação confiável que melhora a segurança, apoia a atividade econômica local e possibilita o ensino noturno. O envolvimento da comunidade durante o planejamento do projeto garante que as instalações atendam às necessidades locais e preservem as considerações culturais. O treinamento de técnicos locais para instalação e manutenção fomenta o emprego local e constrói capacidade a longo prazo, reduzindo a dependência de contratados externos.
As certificações e os relatórios de sustentabilidade ajudam os compradores a comparar sistemas. Normas como a IEC e a UL fornecem parâmetros de segurança, enquanto normas emergentes abordam o desempenho ambiental e a reciclabilidade. Os municípios solicitam cada vez mais dados completos de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) e garantias que reflitam a vida útil operacional realista, incluindo garantias sobre a vida útil da bateria e a depreciação do fluxo luminoso dos LEDs.
A adoção da circularidade também inclui estratégias de compras que priorizam o custo total de propriedade em vez do menor preço inicial. Componentes de qualidade com maior vida útil geralmente exigem menos substituições e geram menos resíduos ao longo de décadas de serviço. Programas de incentivo, políticas de compras sustentáveis e campanhas de conscientização pública reforçam as escolhas sustentáveis e apoiam a transição para infraestrutura pública de baixo carbono.
Ao integrar design durável, fornecimento responsável de materiais, estratégias de segunda vida e processos robustos de reciclagem, a iluminação pública LED alimentada por energia solar pode alcançar reduções significativas nos impactos ambientais do ciclo de vida, ao mesmo tempo que proporciona benefícios sociais equitativos para todas as comunidades.
Desafios de Implantação, Políticas e Tendências Futuras
Embora o potencial técnico e econômico da iluminação pública LED movida a energia solar seja considerável, a implementação prática frequentemente esbarra em desafios reais que exigem planejamento cuidadoso e políticas de apoio. O financiamento é um obstáculo primordial; embora a economia operacional possa ser significativa, o capital inicial necessário para sistemas de alta qualidade — especialmente quando se incluem baterias e controles inteligentes — pode dissuadir municípios com orçamentos limitados. Abordagens de financiamento criativas, incluindo contratos de desempenho, leasing e modelos de energia como serviço, ajudam a diluir os custos ao longo do tempo e a vincular os pagamentos a resultados de desempenho mensuráveis.
Padrões e clareza regulatória afetam a velocidade de implantação e a segurança. Regras claras de interconexão para sistemas conectados à rede, testes de desempenho padronizados e garantias alinhadas com a vida útil esperada reduzem o risco de aquisição. Treinamento e certificação para instaladores e pessoal de manutenção são cruciais para evitar instalações inadequadas que reduzam a vida útil do sistema ou comprometam a segurança. Projetos-piloto e demonstrações localizados ajudam a construir conhecimento institucional, fornecem prova de conceito e permitem ajustes nas especificações de aquisição antes de implantações em larga escala.
Considerações ambientais e sociais, como minimizar a poluição luminosa e respeitar a vida selvagem noturna, também influenciam as escolhas de design. Políticas que incorporam princípios de céu escuro incentivam o uso de lentes com corte de luz, temperaturas de cor mais baixas e programas de dimerização adaptáveis. O envolvimento da comunidade durante o planejamento ajuda a abordar as preocupações dos moradores com relação à segurança, estética e privacidade em luminárias que incluem câmeras ou sensores.
Olhando para o futuro, várias tendências estão prestes a remodelar o setor. Os avanços na ciência dos materiais — particularmente em células solares de perovskita e em tandem — podem aumentar drasticamente a eficiência dos painéis, permitindo módulos menores ou maior produção na mesma área. Melhorias na química das baterias, incluindo sistemas de estado sólido e sistemas metal-ar avançados, podem oferecer maior densidade de energia e perfis térmicos mais seguros. A integração da inteligência artificial e da computação de borda refinará o comportamento adaptativo da iluminação, permitindo ajustes preditivos e detecção autônoma de falhas.
Tecnologias de manutenção autônoma, como drones e plataformas robóticas de inspeção, oferecem novas maneiras de monitorar grandes redes rapidamente, identificando sujeira em painéis, problemas estruturais ou vandalismo. Essas ferramentas reduzem a necessidade de inspeções físicas de rotina e permitem uma manutenção direcionada que otimiza o uso de recursos.
A integração intermodal é outra direção promissora. Os postes de iluminação pública podem servir como pontos de recarga para veículos elétricos, Wi-Fi público, monitoramento da qualidade do ar e até mesmo sensores que informam os sistemas de gestão de tráfego. Essa abordagem multifuncional aproveita os espaços urbanos existentes para fornecer serviços cívicos em camadas sem a necessidade de novas construções.
Políticas que priorizam a resiliência e a descarbonização acelerarão a adoção. Incentivos para infraestrutura de energias renováveis, subsídios para programas piloto e padrões de desempenho energético podem tornar a iluminação pública solar uma opção atraente para muitos municípios. A cooperação internacional e as plataformas de compartilhamento de conhecimento disseminam ainda mais as melhores práticas e casos de sucesso, reduzindo a percepção de risco e incentivando uma adoção mais ampla.
Em conclusão, embora a implementação envolva considerações financeiras, regulatórias e sociais complexas, a trajetória da inovação aponta claramente para uma iluminação pública movida a energia solar mais resiliente, eficiente e multifuncional. Um planejamento cuidadoso, aliado a políticas de apoio, pode gerar benefícios substanciais tanto em contextos urbanos quanto rurais.
À medida que as comunidades buscam modernizar a infraestrutura sem sacrificar a sustentabilidade, os postes de iluminação pública em LED movidos a energia solar representam uma síntese convincente de energia renovável, iluminação eficiente e tecnologia inteligente. Eles proporcionam economia operacional imediata, aumentam a segurança pública e criam plataformas para serviços cívicos adicionais.
Ao compreender os fundamentos tecnológicos, adotar controles inteligentes, priorizar o design durável e estético, gerenciar as interações energéticas de forma criteriosa e incorporar a sustentabilidade em todo o ciclo de vida, os planejadores e tomadores de decisão podem implementar soluções que não apenas iluminam as ruas, mas também apontam um caminho para futuros urbanos resilientes e equitativos.
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